Apresentação

Bem-vindos ao blog de Educação Financeira e Investimentos do Educador e Consultor Financeiro, Adriano Henrique Pena.

Aqui você vai encontrar informações e dicas sobre: Educação Financeira (crianças, jovens e adultos), finanças pessoais, investimentos e muito mais ligado ao tema dinheiro.

Desde já agradecemos à sua visita e colaboração, com comentários, sugestões e dicas!

Um grande abraço!
Adriano Henrique Pena

"Para ser educador, na acepção mais completa do termo, é preciso, sobretudo, acreditar.
Acreditar que é possível transformar cada um de nossos aprendizes em seres humanos melhores"

(Gabriel Chalita)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Petrobras tem segundo maior lucro trimestral das Américas, aponta pesquisa

O lucro da Petrobras, de US$ 4,109 bilhões no terceiro trimestre deste ano, foi o segundo maior registrado entre as empresas de capital aberto (negociadas em bolsa) nas Américas, segundo levantamento da consultoria Economatica. O resultado da estatal brasileira ficou atrás apenas da norte-americana Exxon Mobil, também do setor de petróleo, que lucrou US$ 4,73 bilhões.

http://g1.globo.com/g1/economia-e-negocios/

Acessem o link acima e confiram a matéria na íntegra.

Não é a toa que venho recomendando a compra de ações da Petrobras, a estatal brasileira é uma das melhores empresas do mundo, em números. E, vem mostrando seu potêncial de crescimento.

Em minha opinião 2010 será um ano marcante e importante para a Petrobras, pois será o ponto de partida do pré-sal com a regulamentação da exploração, início de funcionamento de plataformas, valorização do preço do barril de petróleo, etc.

As ações da Petrobras têm perspectivas de atingir o seu valor de negócio praticado em maio de 2008, que era de 54,00 reais por ação. Se, estas perspectivas se confirmarem, e, a tendência vem mostrando que estamos no caminho certo, ainda existe uma margem de crescimento de aproximadamente 30%, no curto prazo (menos de 12 meses), para o preço dos papéis da estatal, que estão custando hoje 39,00 reais por ação.

Essas são as minhas palavras, e, como dizia minha avó: se conselho fosse bom não se dava, se vendia. Mas, está dado o recado.

Bons Negócios!

Adriano Henrique Pena
Bacharel em Ciências Contábeis
Consultor Financeiro
www.penaconsultorfinanceiro.co.br

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CLUBE DE INVESTIMENTO



O Clube de Investimento é uma boa alternativa de investimento para o pequeno investidor que ainda não dispõe de muito capital. É a velha história de que "a união faz a força". Com um montante maior de capital (capital de todos os participantes do clube), os investidores conseguem reduzir os custos de operação, adquirir maior conhecimento (participando das reuniões do clube) e diminuir o prazo de retorno sobre capital investido.

No último dia 29/10 reformulamos nossa carteira do clube de investimento e já estamos obtendo um ganho de 4,8% em apenas 13 pregões, uma excelente taxa em curtíssimo prazo. Porém, vale lembrar que as perspectivas do clube são para o longo prazo, no mínimo dois anos.

Venha conhecer mais sobre Clube de Investimento e faça parte do nosso Clube de Investidores.

INFORMAÇÕES:

informacoes@penaconsultorfinanceiro.com.br
contato@penaconsultorfinanceiro.com.br

www.penaconsultorfinanceiro.com.br
www.educfin.blogspot.com

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

BB na frente mais uma vez.

Mais uma vez o Banco do Brasil toma a frente e lidera o ranking dos bancos brasileiros. Mesmo com um lucro abaixo do esperado o BB ultrapassou Itaunibanco e Bradesco.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u651277.shtml

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

BM&FBOVESPA divulga balanço de operações de outubro de 2009

- Segmento Bovespa registra recordes nas médias diárias de volume financeiro e quantidade de negócios, em Home Broker e número de pessoas físicas
- No segmento BM&F, Ibovespa futuro ultrapassa 2 milhões de contratos negociados.

O segmento Bovespa encerrou o mês de outubro com recordes históricos nas médias diárias de volume financeiro, que ficou em R$7,34 bilhões, e de número de negócios, com 436.250. O volume negociado no mês ficou em R$154,25 bilhões e o número de negócios totalizou 9.161.252, marcas alcançadas pela primeira vez.

O Home Broker apresentou seis recordes:

  • volume total de R$60,99 bilhões;
  • volume médio diário de R$2,90 bilhões;
  • quantidade de negócios de 5.973.285;
  • média diária de negócios de 284.442;
  • valor médio por negócio de R$12,81 mil;
  • e participação no volume financeiro do mercado de ações de 19,80%.

O número de contas de pessoas físicas com posição em custódia atingiu a marca inédita de 555.768.

Os mercados do segmento BM&F (incluindo derivativos financeiros e de commodities) totalizaram 34.670.732 contratos negociados no mês, com média diária de 1.650.987, e giro financeiro de R$2,38 trilhões. No período anterior, foram negociados 31.505.077 contratos, com média diária de 1.500.242, e volume financeiro de R$2,12 trilhões. O destaque do mês foi o mercado do Ibovespa Futuro que saltou de 1.443.420 contratos negociados em setembro para 2.304.720 em outubro.

Segmento Bovespa

Volumes e Negócios – ações, derivativos de ações e renda fixa
Os mercados do segmento Bovespa movimentaram, em outubro, volume financeiro de R$154,25 bilhões em 9.161.252 negócios, com médias diárias de R$7,34 bilhões e 436.250 negócios, respectivamente. Em setembro, o volume financeiro foi de R$114,23 bilhões, com a realização de 7.143.911 negócios. As médias diárias foram de R$5,43 bilhões e 340.186 transações.

As ações que registraram maior giro financeiro em outubro foram: Vale PNA, com R$15,05 bilhões; Petrobras PN, com R$12,77 bilhões; Itauunibanco PN, com R$5,26 bilhões; BMFBovespa ON, com R$5,23 bilhões; e OGX Petróleo ON, com R$5,16 bilhões.

Índices

O Ibovespa encerrou outubro em alta de 0,04% a 61.545 pontos. As ações que obtiveram as maiores altas do Ibovespa foram: CCR Rodovias ON (+14,81%); Bradespar PN (+11,81%); Gerdau PN (+10,74%); Vale ON (+9,95%); e TAM S/A PN (+9,78%). As maiores baixas do Ibovespa foram: Rossi Resid ON (-17,26%); Aracruz PNB (-16,71%); VCP ON (-16,41%); Embraer ON (-12,78%); e BMFBovespa ON (-12,71%).

Assim como o Ibovespa, os seguintes índices encerraram outubro em alta: IBrX-50 (+0,22% a 8.709 pontos); IBrX-100 (+0,35% a 19.642 pontos); Itel (+0,74% a 1.362 pontos); INDX (+1,40% a 9.100 pontos); Small Cap (+2,62% a 993 pontos). MidLarge Cap (+0,20% a 874 pontos) e Iconsumo (+1,49% a 1.207 pontos).

Os índices que encerraram o mês de outubro em baixa foram: ISE (-3,56% a 1.701 pontos); IEE (-1,09% a 22.086 pontos); IVBX-2 (-0,79% a 5.008 pontos); IGC (-0,43% a 6.033 pontos); Itag (-1,76% a 7.835 pontos) e Imobiliario (-4,42% a 817 pontos).

Valor de Mercado

Em outubro, o valor de mercado (capitalização bursátil) das 387 empresas com ações negociadas na BM&FBOVESPA foi de R$2,11 trilhões, ante R$2,09 trilhões referentes as 386 empresas com ações negociadas no mês anterior.

Níveis Diferenciados
As 159 empresas integrantes dos Níveis Diferenciados de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA, ao final de outubro, representavam 64,65% do valor de mercado, 78,83% do volume financeiro e 81,87% da quantidade de negócios realizados no mercado a vista

Participação dos Mercados

O mercado a vista respondeu por 93,3% do volume financeiro em outubro, seguido pelo mercado de opções, com 4,9%, e pelo mercado a termo, com 1,8%. O After Market movimentou R$1,66 bilhão com a realização de 124.268 negócios, ante R$1,46 bilhão e 118.653 transações no mês anterior.

Participação dos Investidores
Em outubro, os investidores estrangeiros detiveram 33,67% da participação no volume financeiro, ante 32,70%, em setembro. As pessoas físicas ocuparam a segunda posição, com 30,53%, ante 31,01%; os investidores institucionais ficaram com 24,80%, ante 25,90%; as instituições financeiras, com 8,99%, ante 8,20%; as empresas, com 1,95% ante 2,12 %; e o grupo outros com 0,06%, ante 0,07%.

Investimento Estrangeiro
Em 2009, o fluxo de recursos dos investidores estrangeiros para o mercado de ações brasileiro, até outubro, está positivo em R$32.887.374.315,00, resultado de R$13.735.741.066,00 em aquisições realizadas pelos estrangeiros nas ofertas públicas de ações e do saldo positivo da negociação direta na BM&FBOVESPA, de R$19.151.633.249,00.

No mês de outubro, o balanço da negociação dos investidores estrangeiros na BM&FBOVESPA foi positivo em R$1.144.790.475,00 resultado de vendas no valor de R$51.134.879.039,00 e de compras de ações de R$ 52.279.669.514,00.

A participação dos estrangeiros nas ofertas públicas de ações, incluindo IPO`s, representa 57,6% do total de R$23.849.868.936,50 das operações realizadas com Anúncios de Encerramento publicados até 04 de novembro de 2009, conforme tabela disponível na sala de imprensa do site.

Investidores Individuais
A BM&FBOVESPA encerrou outubro com 555.768 contas de investidores pessoas físicas com posição em custódia. No mês anterior, o número era de 515.506.

Clubes de Investimento
A BM&FBOVESPA encerrou outubro com 2.854 clubes de investimento e 50 novos registros. O patrimônio líquido somou R$12,31 bilhões e o número de cotistas chegou a 144.049, conforme os últimos dados disponíveis, referentes a setembro.

Home Broker
As negociações realizadas via home broker registraram, em outubro, seis recordes: volume total de R$60,99 bilhões, ante R$44,20 bilhões em setembro; volume médio diário de R$2,90 bilhões, ante R$2,10 bilhões; quantidade de negócios de 5.973.285, ante 4.474.883; média diária de negócios de 284.442 ante 213.090 no mês anterior; valor médio por negócio foi de R$12,81 mil, ante R$10,86 mil e a participação no volume financeiro do mercado de ações de 19,80% ante 19,40 %.

A participação no número de negócios alcançou 32,60%, ante 31,30% em setembro. A quantidade de investidores com ofertas colocadas ficou em 249.027, ante 215.861 no período anterior. Em outubro, o número de corretoras que ofereceram o serviço foi de 67, uma a menos do que no mês anterior.

Empréstimos de Ações

No Banco de Títulos da Central Depositária (BTC), o volume financeiro das operações com empréstimos de ações alcançou R$29,54 bilhões em outubro, ante R$28,74 bilhões em setembro. Foram realizadas 63.642 operações, ante 63.477 no mês anterior.

Renda Fixa
Em outubro, o volume financeiro do mercado secundário de renda fixa privada totalizou R$10,42 milhões, ante R$66,83 milhões em setembro, somados os negócios no Bovespa Fix e Soma Fix. Deste total, R$4,19 milhões foram referentes a debêntures; R$0,88 milhões relativos aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC); e R$5,35 milhões aos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

ETFs

O volume financeiro registrado, em outubro, pelos quatro fundos de índices (Exchange Traded Funds ou ETFs) negociados na BM&FBOVESPA chegou a R$537,95 milhões, ante R$557,86 milhões em setembro. Foram realizados 7.411negócios com os ETFs BOVA11, SMAL11, MILA11 e PIBB11. No período anterior, o número de negócios foi de 8.366. Em outubro, o maior volume financeiro foi atingido pelo ETF BOVA11, com R$435,64 milhões, ante R$484,17 milhões no período anterior.


Segmento BM&F

Volumes e Negócios – total do mercado
Os mercados do segmento BM&F (incluindo derivativos financeiros e de commodities) totalizaram 34.670.732 contratos negociados e giro financeiro de R$2,38 trilhões em outubro. No período anterior, foram registrados 31.505.077 contratos e volume financeiro de R$2,12 trilhões. A média diária de contratos, em outubro, foi de 1.650.987, ante 1.500.242 no mês anterior.

Volumes e Negócios – derivativos financeiros
O futuro de juro (DI) contabilizou 12.104.485 contratos negociados em outubro, ante 12.469.090 em setembro. O dólar comercial futuro encerrou o período com negociação de 7.033.995 contratos, contra 5.959.815 no mês anterior. Já o futuro do Ibovespa negociou 2.304.720 contratos em outubro, ante 1.443.420 em setembro. O contrato futuro de reais por euro (EUR), referenciado na taxa de câmbio cruzada de reais por dólares (PTAX800) do Banco Central do Brasil e dólares por euro do Banco Central Europeu, registrou 14.970 contratos, ante 5.330 em setembro.

Em relação aos contratos em aberto, ao final do último pregão de outubro, os mercados do segmento BM&F registraram 21.153.325 posições, ante 21.993.232 em setembro.

Volumes e Negócios – derivativos agropecuários
Em outubro, os mercados de derivativos agropecuários da BM&FBOVESPA (incluindo futuros e opções) totalizaram 197.101 contratos negociados, ante 151.582 em setembro. Ao final do último pregão de outubro, os mercados de derivativos agropecuários registraram 61.356 posições em aberto. Em setembro, esse número foi 74.238.

Volumes e Negócios – minicontratos
O mercado de minicontratos futuros registrou 1.334.414 contratos em outubro, ante 1.177.213 em setembro. Do total, o Ibovespa míni negociou 1.264.865 contratos, ante 1.103.632 no mês anterior. Já os mínis de dólar comercial futuro registraram negociação de 68.272 contratos, ante 72.085 em setembro. Os minicontratos futuros encerraram outubro com 18.575 posições em aberto, ante 27.498 no período anterior.

Volumes e Negócios – ouro a vista
O mercado disponível de ouro (250 gramas) negociou, em outubro, 1.137 contratos, ante 1.216 em setembro. O volume financeiro totalizou R$16,66 milhões no período, ante R$17,70 milhões no mês anterior.

Participação dos investidores
Em outubro, as instituições financeiras lideraram a negociação no segmento BM&F, com 42,49% da movimentação de contratos, ante 43,86% no período anterior. Os investidores institucionais detiveram 27,12%, ante 26,77%; os investidores estrangeiros ficaram com 21,66%, ante 20,31%; as pessoas físicas, com 6,83 %, ante 7,16%; e as empresas mantiveram os mesmos 1,90%, do mês anterior.

Investidores individuais
Em outubro, a quantidade de investidores pessoa física com ao menos uma conta ativa registrada na Clearing de Derivativos foi de 87.089 ante 85.033 no mês anterior.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Produção de minério de ferro é diferencial da CSN

Insumo deve apresentar evolução de preço superior à do aço em 2010, o que impactará os custos de produção do setor siderúrgico.

Natalia Gómez - AE

A produção de minério da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que detém as minas de Casa de Pedra e Namisa, deve garantir à siderúrgica um desempenho superior no mercado acionário em relação às suas concorrentes Usiminas e Gerdau nos próximos meses. Além de garantir um custo de produção menor e uma margem mais elevada, a operação integrada da CSN também gera no mercado uma expectativa de que os ativos de ferro da empresa sejam beneficiados pela eventual retomada do movimento de fusões e aquisições no setor.

No ano passado, a venda da fatia de 40% da Namisa para um consórcio de empresas japonesas foi uma estratégia do presidente da companhia, Benjamin Steinbruch, para valorizar os outros ativos de ferro da empresa. O passo seguinte seria a esperada abertura de capital da Casa de Pedra ou a venda de uma participação minoritária no ativo, conforme havia sido anunciado pela CSN diversas vezes.

Contam a favor ainda as perspectivas mais favoráveis para o minério de ferro em 2010 do que para o aço. Segundo analistas, o mercado espera uma alta de pelo menos 20% no preço do minério no ano que vem. Enquanto o setor de mineração conta com três principais produtores - Vale, BHP Billiton e Rio Tinto - que dominam 70% do comércio marítimo do minério de ferro, a siderurgia conta com uma base de produção bem mais pulverizada, o que aumenta o risco de excesso de oferta. Para a siderurgia, também pesa negativamente o aumento do preço do minério e do carvão esperado para 2010, o que elevará os custos de produção.

Nesta quinta-feira, a CSN anunciou lucro líquido de R$ 1,150 bilhão no terceiro trimestre de 2009, em alta de 2.775% ante os R$ 40 milhões verificados em igual período de 2008. Recentemente, o Goldman Sachs, o Barclays Capital e o Merrill Lynch elevaram suas recomendações para CSN com base nas perspectivas para 2010. O Goldman elevou a recomendação da CSN, de neutra para compra, indicando a empresa como nova top pick na América Latina. Atualmente, o negócio de minério de ferro representa 28% do Ebitda da companhia. Os ativos de mineração da CSN foram avaliados pelo banco entre US$ 12 bilhões e US$ 18 bilhões.

O Merrill Lynch elevou o preço-alvo da CSN de R$ 62 para R$ 71 por ação devido às boas previsões para o minério de ferro. O Barclays também elevou o preço-alvo para os papéis da companhia, de R$ 66 para R$ 70, o que dá um potencial de alta de cerca de 14%. Na visão dos analistas, a empresa está bem posicionada para se beneficiar da tendência de recuperação dos preços do minério de ferro. Neste ano, as ações ordinárias da CSN tiveram alta de 123,54%, ante valorização de 70,30% do Ibovespa até o fechamento desta quarta-feira, dia 4 de novembro.

A alta de 20% esperada para os preços do minério em 2010 se baseia na retomada dos preços do insumo no mercado à vista na China, que hoje está por volta de US$ 90 por tonelada. A expectativa é de que a retomada da demanda na Europa desviará parte dos embarques para fora da China, pressionando para cima os preços no País. Neste cenário, o poder de barganha deve voltar às mãos das mineradoras, que perderam força durante a crise devido à forte queda da demanda.

No primeiro semestre deste ano, a CSN vendeu no mercado 9,4 milhões de toneladas de minério de ferro, sendo que 87% do total foi exportado. Outras 2,9 milhões de toneladas foram consumidas pela sua própria usina siderúrgica em Volta Redonda, segundo o balanço referente ao segundo trimestre. A meta da companhia, segundo entrevista concedida em agosto pelo diretor executivo de mineração da CSN, Juarez Saliba, é exportar 25 milhões de toneladas em 2009, sendo 14 milhões oriundas da Casa de Pedra e 11 milhões da Namisa. Em 2010, os embarques devem chegar a 35 milhões de toneladas.
Essa reportagem foi originalmente publicada no AE Empresas e Setores, serviço de informações e análises sobre o setor corporativo da Agência Estado

Brasil quer câmbio flutuante no G-20

AE - Agência Estado - www.aeinvestimentos.com.br

O governo brasileiro vai defender hoje, na reunião ministerial do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), na Escócia, um padrão único de gestão do câmbio por todas as maiores economias do mundo. Mais: pregará que o modelo escolhido seja o câmbio flutuante, adotado pelo País desde 1999. O objetivo é "homogeneizar" o fluxo global de moeda, evitando a sobrevalorização excessiva, da qual o real tem sido vítima nos últimos meses, se comparado com o dólar, o yuan e até o euro. A iniciativa tem como alvo maior a China, que atrela a valorização da moeda ao dólar.

As revelações foram feitas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, no fim da manhã de ontem, em Londres, em meio ao seminário FT Investing in Brazil Summit. A ideia do ministro é adicionar à proposta dos Estados Unidos, que incluía a regulação dos desequilíbrios comerciais e o acúmulo de reservas, o que chama de "desequilíbrios de câmbio". "Temos um desequilíbrio cambial porque os países têm comportamentos diferenciados em relação ao câmbio. Alguns, como o Brasil, praticam o câmbio flutuante, enquanto outros praticam a administração cambial. Vamos sugerir mais homogeneidade. Ou todo mundo pratica o câmbio administrado, ou todo mundo pratica o câmbio flutuante."

De acordo com Mantega, a delegação brasileira - que terá a participação do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles - defenderá a escolha do câmbio flutuante. "O Brasil já se deu mal com o câmbio administrado. O câmbio flutuante tem vantagens, porque permite ao mercado regular melhor o fluxo de capitais." O ministro também afirmou que o atual cenário cambial internacional, misto, "pode ser benéfico para alguns países, mas prejudicial para outros". "Neste momento, quem mais se prejudica são os países mais sólidos, que oferecem maiores oportunidades de investimento, de rendimento e de perspectiva de commodities", uma alusão ao Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Publicado em: 06 de novembro de 2009, 09h06

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Últimos resultados corporativos em destaque

A Exxon Mobil apresentou lucro 68% menor entre julho e setembro deste ano, totalizando US$ 4,7 bilhões em comparação com o resultado do período correspondente do exercício anterior. A queda nos preços do petróleo e do gás natural explicam o ganho menor. A Motorola supreendeu ao anunciar lucro de US$ 12 milhões neste terceiro trimestre, comparado com o prejuízo de US$ 397 milhões de um ano antes. Mesmo com queda nas vendas líquidas em torno de 6%, maior que o esperado pela prórpia empresa, a Procter&Gamble anunciou lucro líquido de US$ 3,3 bilhões de dólares neste último trimestre, extrapolando as expctativas do mercado.

Fonte: www.advfn.com